-Melina
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
domingo, 3 de janeiro de 2010
A História Do Sotão
Se você é medroso... Não LEIA!! huahua Pode ler sim... espero que gostem... é meio idiota hehe
Fui visitar minha avó caduca. Ela morava numa casa muito, mas muito antiga. Ela sempre me dizia:
- O sótão é um lugar diabólico. Nunca, mas nunca mesmo suba lá, pois senão você será amaldiçoada, e morrerá vendo coisas.
Lógico que eu sempre tive medo. Mas agora, com 27 anos, decidi ir lá olhar. Minha vó é meio caduquinha como já falei, ela conversa com o nada e até brinca com o nada, e por isso ela é louquinha. Tudo bem.
Lá fui eu. Subi no sótão. De noite, pra piorar a situação. Abri a portinha pequena e me infiltrei por ela. Era tão sujo lá, teias de aranha por todo o lado,coisas espalhadar pelo chão, quadros caidos, faltando pedaços das paredes, um espelho velho, uma mancha de sangue nos meus pés...O QUÊ? Olhei de novo e era sangue mesmo. Saindo de mim. Começei a esfregar minha calça, pois parecia que o sangue saia do meu joelho. Ergui a calça e minha perna estava toda podre, e o joelho com um furo tao prufundo que dava pra ver o osso. Comecei a gritar, e nisso minha avó apareceu na porta dizendo:
- Eu falei pra você não entrar aqui.
Eu estava sentada no chão olhando meu joelho de costas pra ela, e quando me virei pra pedir ajuda, ela estava com um machado na mão (:O) e a ultima coisa que eu vi foi aquilo atingindo minha cabeça, e uma risada. Quando finalmente acordei, vi que tinha uma poça de sangue ao meu redor. Me levantei e senti minha cabeça pesada, olhei no espelho e MEU DEUS!!! O machado estava na minha cabeça. Sim, estava. Ele partira minha cabeça ao meio. Eu me sentia mais leve, como se nao tivesse nada dentro de mim.
Foi quando uma coisa chamou minha atenção. Pelo espelho dava pra ver um corpo deitado no chão. Estava meio escuro, e eu me virei para olhar. Quando cheguei perto, ve que esse corpo tambem tinha um machado na cabeça. Fui tentar desvirá-lo e levei um susto enorme. Não consegui parar de gritar. Cai no chão e fui me afastando cada vez mais em direção a uma parede. Eu não sabia o que fazer, chorei, gritei, me agaixei num canto e fiquei chorando. Aquilo era um pesadelo. Mas uma coisa eu sabia. Sai de lá e fui para aonde meu corpo me levasse. Quer dizer, minha alma.
- Marina
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
Os Olhos São as Janelas da Alma
Bom, hoje é quinta feira, então é dia da minha história! 8D (e espero que gostem dela MUAHAHA)
Não estou muito inspirada hoje, mas a história é a seguinte:
x-x-x-x-x
"Onde estou?Ah, aqui... Tenho que ir agora para casa!"
Letícia era uma menina de treze anos comum, exceto por uma coisa: evitava encarar os olhos de outras pessoas, não era por medo ou por ficar embaraçada, porque sempre que fazia isso, conseguia ver o passado delas e de acordo com ela, isso era uma falta de privacidade.
Com o passar do tempo, começou a perceber que estava ficando excluída, ninguém mais falava com ela, nem suas amigas mais próximas e até mesmo seus pais pareciam distantes.
Letícia evitava fazer contato com os olhos, mas sua vontade de descobrir o que tinha acontecido era maior do que querer bancar a certinha.
Chegou no colégio e a primeira coisa que fez foi procurar Casey, sua melhor amiga (ou ex). parou na sua frente e a ficou encarando. "Nada" Seu poder não funcionou. "Talvez o problema seja com a Casey, vou tentar outra pessoa!" Mas com nenhuma deu efeito. Letícia ficou se perguntando se o seu poder não tinha sido apenas uma invenção de sua cabeça. Após minutos de pensamentos confusos, notou algo estranho na sua roupa nova: várias partes dela estavam rasgadas, mas não sabia porque estavam assim.
Começou a caminhar pelas ruas desertas, mas não se importou, porque sabia que mesmo que tivesse cem pessoas ali, ela seria ignorada. Chegou em casa e foi a procura de sua mãe, precisava desabafar, queria descobrir o que estava acontecendo. "Que estranho! Ela não está aqui!". Enquanto a procurava, achou um bilhete dela, destinado ao seu pai:
"Querido,
Sei que as coisas não andam bem e que eu deveria estar ai com você. Mas, depois do enterro da Letícia, percebi que agora só quero paz, ficar longe da nossa casa onde tudo me faz lembrar dela, espero que entenda...
Joana"
Em estado de choque, Letícia levantou e foi se olhar no espelho. Queria ver seus olhos encontrando a si mesmos, mesmo não tendo certeza se seu poder era real ou não. Parou em frente do espelho com a cabeça baixa, tinha medo do que veria, não queria ver, mas tinha que fazer isso. Seus olhos se encararam e lembranças começaram a passar na velocidade de um piscar, menos uma:
"Odeio caminhar por essa rua, não sei é tão estreita e esburacada" Parou e esperou o semáforo ficar vermelho, para enfim poder atravessar. "Que demora, continua no verde!" Logo depois que o sinal mudou, ela atravessou, mas não viu que um carro que passava a toda velocidade e a atropelou. Se levantou achando que tinha ficado inconsciente e viu que todos pareciam chocados. " Credo! O que será que aconteceu aqui? Porque aquele cara dentro do carro está chorando e tremendo?" Se levantou e pensou:
"Onde estou?Ah, aqui... Tenho que ir agora para casa!"
E assim foi
x-x-x-x-x
Melina
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
História
Vou postar uma história que eu escrevi. Desculpa se tiver errinhos, porque fiquei com preguiça de revisar xP
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Dois jovens apaixonados, cansados do tédio, procuram por aventuras. Não há muito o que fazer em uma cidade pequena do interior, então o menino propõe para a sua namorada explorar uma casa abandonada, que muitos diziam que era assombrada.
Param em frente à casa, perguntando para si mesmos se deveriam entrar mesmo lá. Ele abre a porta, o que faz com que o lugar seja, por um instante, dominado por um rugido alto e agudo.
-Vá na frente. – Falou ele enquanto guardava cuidadosamente em seu bolso uma chave velha e enferrujada, sem que sua amada notasse.
A porta se fecha com o mesmo rugido de que foi aberta.
Caminham lentamente enquanto absorvem cada detalhe da mobília da antiga instalação. Não há quase claridade, graças a ausência de janelas e a única fonte de luz presente vem dos buracos do teto, já coberto de teias de aranha.
As paredes eram decoradas com antigos retratos de pessoas. Cada foto aparentava estar viva, pois seus olhos demonstravam tristeza, dor e aflição.
-Vamos embora! – Reclamou ela.
-Ainda não. Não subimos a escada. Quero ver o que tem lá em cima, talvez a gente ache algo interessante.
Dessa vez, ele vai na frente, sendo seguido pela namorada. Os degraus eram largos, porém finos, o que dificultava a subida. O corrimão já estava se quebrando, desgastado pelo tempo, mas mesmo assim ainda conseguia cumprir o seu objetivo, o motivo para qual foi criado.
Chegam ao topo, mas um barulho faz com que a menina entre em pânico implorando para descer.
-Não precisa ficar com medo. Deve ser só um inseto, no máximo um rato. – Tentou acalmá-la, mas obteve o resultado contrário.
Ela desce correndo as escadas, sem se importar se seu namorado continuava lá, pois ela sabia que em pouco tempo ele iria atrás dela. Ouviu passos a seguindo e pensou: “Eu sabia, ele nunca me deixaria” e continuou a observar o lugar.
Mas ficou angustiada: será que era mesmo ele? Só para se certificar que seu amada a estava seguindo, olhou para trás e falou aliviada:
-Sabia que você não me deixaria.
Ele a beija carinhosamente como nunca tinha feito antes, mas logo em seguida para e continua a explorar a casa, quando percebe que gotas vermelhas de sangue escorriam de sua face, partindo de seus olhos.
A menina se distraía olhando um conjunto de pratos, quando ouve um barulho de porta se fechando. Ela olha para os lados à procura de seu namorado, mas não o acha. Tenta abrir a porta, mas esta trancada.
Lágrimas escorrem da sua cara, sempre odiou chorar, mas agora nem se importava mais. Seus gritos que antes chamavam o nome de seu amado, agora eram aflitos e aos poucos foram desaparecendo, pois já não havia mais esperança.
Pela primeira vez, ele a deixou e dessa vez ela sabia que ele não voltaria mais.
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--->Melina
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
A baratinha
A professora de português pediu pra fazer duplas e escrever uma crônica. Bom, ai vai a minha e a da Monica resumida, espero que gostem!
Estavam, Marina e Mônica assistindo TV, até que Mônica vê uma coisinha pequenina e marrom no canto da sala:
- Marina, olha aqui.
- Não posso, estou vendo TV,
- É sério, não é brincadeira, olha!
- Não.
- OOOOOOOOOLLLLLLLLLLLHHHHHHHHHHHHHAAAAA!!!!!!!!!!
- O QUE?
- o que é aquilo?
- Não vejo nada.
- AAAAAAAAAAA TÁ VINDO NA NOSSA DIREÇÃO!
E as duas começaram a gritar, Mônica pulou no colo da Marina, e viu uma coisa na sua cabeça.
- A BARATA ESTÁ NA TUA CABEÇA!!
- MATA, MATA!!!
E Mônica pegou o chinelo e deu com tudo na cabeça da Marina. Quando as duas se acalmaram, a monic foi tirar aquilo dop cabelo dela e disse:
- Opa, hehe, Não era uma barata, hehe, era uma folha, me enganei, heheheh, é que era pequeno e marrom e... Marina, que cara é essa? Por que esse chinelo na mâo?
E Marina correu atrás da Monica pela casa toda tentando bater nela, e ouvia-se vidros quebrados, coisas caindo no chao, até que a baratinha saiu debaixo do sofá.
O que voce achou da hisoria?(opinion)
- Marina
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